Corpos de advogado e piloto que morreram em acidente aéreo em São Paulo (SP), são velados e cremados em Porto Alegre (RS)

  • por Redação
  • Monday, 10 de February de 2025
Em clima de comoção e tristeza, os corpos de Márcio Carpena e Gustavo Medeiros foram velados neste domingo em Porto Alegre (Foto: Dia Dia Com)

 

Os corpos de Márcio Carpena e Gustavo Medeiros, que morreram após um acidente aéreo na zona oeste de São Paulo foram velados neste domingo (09) em dois crematórios do bairro Azenha, região central de Porto Alegre. Em clima de comoção e tristeza, as cerimônias foram restritas a familiares e amigos.

Os corpos foram liberados após serem identificados no Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo, no sábado (08) e no domingo o corpo do piloto Gustavo foi velado no crematório Angelus com cerimônia restrita a amigos e familiares, durante toda a manhã, por volta das 14h30 o corpo seguiu para cremação.

Já o corpo de Márcio Carpena, advogado e dono do avião KingAir foi velado durante todo o domingo no crematório Metropolitano que fica há cerca de 1 km de distância do local onde ocorreu a cerimônia fúnebre do piloto, por volta das 19h, a cerimônia foi encerrada e o corpo seguiu para cremação, amigos, familiares, clientes e funcionários da Carpena Advogados, compareceram à cerimônia que foi restrita.

Ainda na sexta-feira, após os trabalhos de perícia, os destroços da aeronave foram recolhidos e o ônibus retirado pela empresa Santa Brigida, as investigações sobre a queda do avião estão sob responsabilidade do Centro Regional de Investigações e prevenção de acidentes (CERIPA), da Força Aérea Brasileira.

Um piloto que estava na aeronave atrás do KingAir que caiu e aguardava para decolar, gravou um áudio relatando que o piloto pediu retorno imediato, "Eu ainda estou aqui aguardando para decolar, a torre mandou aguardar, cara, ele assim que saiu do chão pediu retorno imediato, em seguida a torre perdeu contato, só vi a coluna de fumaça preta". Conta.

Os laudos sobre as circunstâncias do acidente deverão ser apresentadas em até 30 dias segundo o Centro Nacional de Investigações e prevenção de acidentes (CENIPA)

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