Histórico: Israel e EUA eliminam líder supremo do Irã em bombardeio coordenado em Teerã

  • por Redação
  • Sunday, 01 de March de 2026
Ofensiva causou comemorações de iranianos e em vários países do mundo (Foto: Divulgação/X )

 

Em uma operação militar sem precedentes que altera o tabuleiro geopolítico do Oriente Médio, as forças de Israel e dos Estados Unidos realizaram um ataque conjunto contra o coração do regime iraniano.

Segundo fontes oficiais e a própria mídia estatal de Teerã, o líder supremo do Irã, Aiatolá Ali Khamenei, foi morto durante os bombardeios ocorridos neste sábado (28). 

A ofensiva, denominada por oficiais americanos como parte da "Operação Epic Fury", começou por volta das 9h45 (horário local). Dezenas de jatos de combate israelenses e ativos norte-americanos atingiram alvos estratégicos, incluindo fábricas de mísseis balísticos e complexos de comando em Teerã e outras quatro cidades. 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou em vídeo que o complexo do "tirano Khamenei" foi destruído em um ataque surpresa poderoso.

Horas depois, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a eliminação do líder, descrevendo-o como uma das figuras mais perigosas da história e afirmando que a operação visa desmantelar o programa nuclear e de mísseis do Irã. 

Lideranças Eliminadas

Além de Khamenei, relatos indicam a morte de outros membros da alta cúpula do regime:
Gholam-Hossein Mohseni-Ejei: Chefe do Judiciário iraniano.
Amir Hatami: Ministro da Defesa do Irã.
Ali Shamkhani: Braço direito do líder supremo. 

Reações e Impacto Global

O governo iraniano declarou 40 dias de luto oficial e prometeu uma retaliação severa contra Tel Aviv e ativos americanos. Em resposta imediata, uma nova onda de mísseis iranianos foi lançada contra Israel, acionando sirenes de emergência em diversas cidades. 

Analistas apontam que este é o maior ataque aéreo já realizado pela Força Aérea de Israel. A comunidade internacional observa com cautela, enquanto o preço do petróleo e a segurança energética global entram em estado de alerta máximo devido à instabilidade na região. 

A morte de Khamenei e os ataques conjuntos provocaram uma onda de choques diplomáticos globais:

Nações Unidas: O Secretário-Geral António Guterres condenou os bombardeios, classificando-os como uma "grave ameaça à paz e segurança internacional" e convocou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.

Arábia Saudita e Países do Golfo: Condenaram a "agressão traiçoeira" do Irã após mísseis atingirem bases no Catar, Kuwait e Emirados Árabes. A Arábia Saudita denunciou a violação flagrante de sua soberania.

Europa: Líderes europeus apelaram pela máxima contenção e diplomacia para evitar uma guerra total que interrompa as rotas de energia globais.

Política Interna nos EUA: O apoio é dividido. Enquanto republicanos celebram a ação de Donald Trump, democratas criticam a falta de aprovação do Congresso para uma operação de tal magnitude.

Resposta de Teerã: O Ministério da Defesa iraniano prometeu uma lição "que nunca experimentaram na história", afirmando que qualquer base na região que ajude Israel será um alvo legítimo. 

Celebrações e Comemorações pelo Mundo

Em diversas capitais, o clima foi de celebração por parte de grupos opositores ao regime de Teerã:

Em Israel: Multidões foram às ruas de Tel Aviv e Jerusalém. Embora o país esteja em estado de alerta máximo, o sentimento popular foi de "justiça feita" após anos de ameaças diretas do regime iraniano.

Diáspora Iraniana: Em cidades como Londres, Paris e Los Angeles, iranianos exilados foram filmados celebrando com bandeiras pré-revolucionárias (do tempo do Xá) e cartazes pedindo "Mulher, Vida, Liberdade".

Vídeos que circulam no X (antigo Twitter) mostram buzinaços e comemorações discretas dentro do próprio Irã, apesar do risco de repressão.

Estados Unidos: Apoiadores do governo Trump realizaram manifestações de apoio em frente à Casa Branca, tratando a operação como uma vitória decisiva na doutrina de "paz através da força".

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