"Senhor dos livros" é preso pela GCM de São Leopoldo após descoberta de mandado de prisão por homicídio em SP

  • por Redação
  • Wednesday, 22 de January de 2025
O homem demonstrou nervosismo ao ser avistado por equipes da GCM que então o abordaram. (Foto: Divulgação/GCM)

 

Um idoso que foi atendido durante uma ação social da Prefeitura de São Leopoldo na manhã desta terça-feira (21), foi preso durante uma abordagem da Guarda Municipal na madrugada desta quarta-feira (22). Ele estava procurado pela Justiça de São Paulo por homicídio na região metropolitana.

Segundo informações da corporação, durante os desdobramentos da Operação Resgate, as guarnições realizavam patrulhamento pela Avenida Mauá quando flagraram quando um morador de rua, ao perceber a aproximação dos agentes, escondeu-se atrás de um dos pilares do trem.

Diante do comportamento do indivíduo, os agentes realizaram a abordagem do mesmo, o qual se demonstrava bastante nervoso. Foi realizada a identificação do abordado e, após consulta, os agentes confirmaram que ele possuía mandado de prisão em aberto por um homicídio cometido na cidade de Mairiporã, região metropolitana da capital paulista.


Foi dada voz de prisão ao indivíduo e encaminhado para a Delegacia de Polícia e Pronto Atendimento (DPPA) para registro do flagrante, de onde foi destinado ao sistema prisional, o homem deverá ser transferido para São Paulo e depois encaminhado para a cidade onde ocorreu o crime.

O homem ficou conhecido como "senhor dos livros" durante a operação da prefeitura que visa dar mais dignidade à pessoas em situação de rua, que estavam há mais de 6 meses embaixo do viaduto da linha dos trens da Trensurb, após as enchentes afetarem a cidade.

Militantes e apoiadores ligados à antiga gestão petista, criticaram e até realizaram um "palanque político" contra a ação humanitária da atual gestão, chegando até a acusar o prefeito Heliomar Franco de fascismo, falta de respeito, opressão, e até falta de empatia com a população de rua em vulnerabilidade social.

Após a informação ser divulgada, os mesmos que gravaram vídeos com o homem que até então era tratado como vítima, deletaram os vídeos das suas redes sociais.

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