Vídeo explicativo de Nikolas Ferreira sobre PIX, viraliza e ultrapassa mais de 200 milhões de visualizações

  • por Redação
  • Wednesday, 15 de January de 2025
Vídeo chegou a tentar ser retirado porém sem sucesso por parte da extrema-esquerda, governo quer campanha às pressas para desmentir. (Foto: Divulgação)

 

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), viralizou após publicar um vídeo explicativo sobre a nova normativa de transações do Pix, que limita em R$ 5 mil reais em movimentações pelo método de pagamento instantâneo criada no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Até a tarde desta quarta-feira, quase 24 horas depois da publicação no perfil do deputado, o vídeo já ultrapassou a marca de 200 milhões de visualizações, fora os compartilhamentos, onde o número pode ser ainda maior, o número incrível já deve ultrapassar a marca total de habitantes do país.

O vídeo ascende um alerta ao atual governo que tenta a todo custo derrubar o vídeo com apoiadores da extrema-esquerda como veículos de comunicação que apoiam o presidente da república, militantes, artistas, influenciadores digitais, entre outros, o novo ministro da Secretaria de Comunicação do governo, criar as pressas uma campanha para tentar frear o avanço do vídeo viral.

VÍDEO: Assista clicando aqui ao vídeo do deputado

O briefing, enviado às agências, era claro e direto: informar à população que as operações realizadas pelo Pix não serão taxadas. A tarefa foi executada em caráter emergencial, com um prazo de menos de 24 horas, encerrando-se ao meio-dia dessa terça-feira (14), data oficial da posse de Sidônio Palmeira.

A medida foi tomada em resposta à rápida repercussão negativa que o anúncio das mudanças pela Receita gerou nas redes sociais. Segundo membros do governo, a oposição tem liderado a narrativa nas plataformas digitais, o que reforçou a necessidade de uma resposta imediata.

No vídeo, Ferreira acusa o governo de estar “só pensando em arrecadar, sem te oferecer nada” e chama a nova norma de “quebra de sigilo mascarado de transparência”. A confusão gerada pela medida também começou a impactar o dia a dia de pequenos comerciantes, alguns dos quais passaram a recusar pagamentos via Pix, preferindo dinheiro em espécie.

As novas regras, que entraram em vigor no início do ano, obrigam operadoras de cartão de crédito e instituições de pagamento, como bancos digitais, a informar à Receita Federal transações que ultrapassem R$ 5.000 mensais para pessoas físicas e R$ 15 mil por mês para pessoas jurídicas.

A exigência já se aplicava a bancos tradicionais e cooperativas de crédito, mas agora foi estendida a outros participantes do sistema financeiro, incluindo as operações realizadas entre contas do mesmo titular.

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