Venezuelanos vão as ruas do Chile, Santa Catarina e de Caracas comemorar queda de Maduro

  • por Redação
  • Saturday, 03 de January de 2026
Milhões de venezuelanos foram às ruas comemorar a ação do governo americano neste sábado (Foto:Divulgação)

 

Centenas de venezuelanos tomaram as ruas de Santiago, no Chile, em manifestações de apoio a captura do ditador venezuelano, Nicolás Maduro. Uma intervenção militar executada pelos Estados Unidos na Venezuela, neste sábado (3), culminou na captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

Sob os gritos de "Obrigado, Chile", uma multidão de venezuelanos fecharam as ruas da capital chilena. Com bandeiras e camisetas que remetem as cores da bandeira da Venezuela, opositores ao regime chavista comemoraram a captura do ditador Nicolás Maduro.

Em Caracas, capital venezuelana, as ruas foram tomadas de venezuelanos, que também derrumaram estátuas, queimaram cartazes de líderes chavistas e apagaram imagens dos líderes em um muro, o país registra diversas manifestações de apoio à Trump e aos Estados Unidos, em televisões locais, jornalistas se emocionavam durante a cobertura ao vivo das manifestações do povo.

No Brasil, venezuelanos se reuniram em diversos estados para comemorar a prisão do ditador venezuelano, com bandeiras do país e aos prantos, muitos se abraçavam e agradeceram a queda do regime venezuelano, em Joinville, milhares de descendentes venezuelanos se reuniram para comemorar a ação americana assim como em Pacaraima e no estado de Rondônia onde há a Maior concentração de venezuelanos.

A operação, iniciada por volta das 3h (horário de Brasília), atingiu a capital Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Segundo o governo americano, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram retirados do território venezuelano em uma ação conjunta envolvendo tropas de elite e a polícia dos EUA.

Testemunhas e equipes jornalísticas relataram explosões, colunas de fumaça e o som de aeronaves sobrevoando a capital venezuelana por aproximadamente 90 minutos. Moradores de cidades costeiras descreveram o céu ficando vermelho e o solo tremendo durante as explosões.

Diversas áreas de Caracas sofreram interrupção no fornecimento de energia elétrica logo após o início dos bombardeios.

Paralelamente aos ataques, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA proibiu que aeronaves americanas operem no espaço aéreo da Venezuela, citando riscos de segurança associados à atividade militar em curso.

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