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A Prefeitura de São Leopoldo, refuta o conteúdo da nota emitida pela Prefeitura de Novo Hamburgo, com relação ao funcionamento da Casa de Bombas do arroio Gauchinho.
A manutenção do equipamento é de responsabilidade do município vizinho. O persistente volume de água na região coloca em dúvida o pleno funcionamento, uma vez que a água está demorando para escoar.
Em outros locais, fora da mancha de inundação, a água já desceu. A questão gera um grande debate de décadas, pois é necessário sanar os problemas para que os moradores da região sofram menos com o impacto de chuvas mais intensas, como os ocorridos recentemente.
Em contraponto ao alegado pelo município vizinho a retirada do gradil, citado em nota oficial, ocorreu em 2017, pois o mesmo causava obstrução no processo de vazão mais efetivo. Cabe salientar que São Leopoldo já investiu nessa casa de bombas, em 2010, mais de R$ 1 milhão com recursos próprios em uma reforma geral da unidade.
Outra informação dá conta sobre a avaliação realizadas por técnicos que a casa opera com apenas três das sete bombas instaladas. O sistema de comporta (flaps) que impede o retorno da água do rio para dentro da área protegida não está operando de forma adequada, reduzindo ainda mais o sistema de bombeamento.
Da mesma forma que fez outras vezes, São Leopoldo vem atuando para reduzir os impactos causados na região, tendo já demonstrado diversas vezes a intenção de assumir a gestão do referido espaço.
Diante da situação de calamidade estabelecida, e consternado com a situação dos moradores da região, especialmente do bairro Santos Dumont, o prefeito Ary Vanazzi, determinou de forma imediata a contratação de bombas flutuantes de permitam o escoamento das águas ainda represadas no local.
E por finalmente, diante da situação posta, São Leopoldo vai encaminhar junto ao Governo Federal, conforme tratado com a comitiva de ministros do Presidente Lula, como um dos projetos prioritários de recuperação da cidade, a construção de uma nova casa de bombas na região.