Prefeitura de Novo Hamburgo realiza nova reunião com empresa de transporte público para detalhar melhorias no serviço

  • por Redação
  • Tuesday, 14 de January de 2025
O encontro ocorreu no Centro Administrativo Leopoldo Petry, e tenda buscar melhorias e qualidade no serviço de transporte coletivo. (Foto: Jaqueline Ferst/PMNH)

 

O prefeito de Novo Hamburgo Gustavo Finck realizou mais uma reunião entre o Executivo hamburguense e a Viação Santa Clara (Visac), concessionária responsável pelo sistema de transporte coletivo do município, os encontros em menos de 15 dias busca entender e melhorar a questão do transporte público na cidade.

Na tarde de segunda-feira (13), o encontro contou com a participação da Procuradoria-Geral do Município (PGM), da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, e da Companhia Municipal de Urbanismo (Comur), com o objetivo de realizar uma análise detalhada dos números reais da operação.

A empresa também apresentou formalmente um relatório de demandas pontuais, que visa proporcionar maior clareza sobre o estágio atual do sistema. Com isso, o governo pretende solucionar as reclamações da concessionária sobre a falta de detalhamento dos dados da operação por parte do município.

A avaliação do encontro foi positiva, como explica o procurador-geral Vanir de Mattos. “Já conseguimos fazer um bom alinhamento. A partir de agora, marcamos uma nova reunião para segunda-feira que vem, na qual pretendemos avançar em 60% ou 70% das melhorias possíveis para o sistema. Posteriormente, teremos a reunião com o gabinete do prefeito Gustavo Finck para apresentar todos os avanços que conseguimos atingir”, projeta.

Nova forma de atuação da PGM

Com as mudanças propostas pela reforma administrativa, vários setores e serviços passam por modificações significativas em sua organização. Um desses deles é a PGM. “Embora seja um órgão de representação judicial e administrativa da Prefeitura, nossa meta nesta gestão é deixar de ser apenas consultivo e tornar-nos mais participativos na gestão de conflitos entre os operadores do sistema, não apenas com os operadores de ônibus, mas também com qualquer contratado”, explica Mattos.

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